terça-feira, 25 de outubro de 2011

Uma alma livre - parte II


Vimos na lição passada que uma alma livre se expressa em tudo o que faz. Uma pessoa que tem uma alma curada se expressa, fala, porque é livre. Jesus quer lhe curar apressadamente para que você se expresse cem por cento no Reino, de forma que seja uma surpresa para todos que lhe cercam. Por isso se expresse. Essa é a qualidade de uma alma plenamente curada.
Prisões na alma - Existem coisas que ainda prendem a alma, como as resistências, por exemplo. Resistência a liderança, a obediência, a submissão.

Tudo isso porque existe um histórico que prende a alma em um ponto. A pessoa quer até se desprender, mas o diabo sempre a leva ao ponto da dor para a deixar amarrada, presa e, conseqüentemente, anulada. Com isso, a pessoa não consegue vislumbrar a grandeza da parte do Pai nem receber tudo quanto tem sido ensinado e encaminhado para gerar uma vida plenamente transformada.
Obediência - A obediência é uma das características de uma pessoa curada. Todas as ordens foram dadas para serem obedecidas, quer sejam humanas, quer sejam espirituais. Quem trabalha na vida secular sabe que, ao receber uma ordem do seu chefe, precisa cumpri-la, senão sofrerá conseqüências e deixará de gozar alguns privilégios. Devemos obedecer. Quando isso não acontece, causamos danos para nós e, muitas vezes, para as pessoas com as quais convivemos e dependem de nós.
Não há como quebrar princípios e não colher conseqüências danosas. Pode ser durante um minuto, um segundo, não importa, uma lei foi quebrada e seu infrator deverá administrar as conseqüências dessa ação, seja de ordem física ou espiritual. Às vezes, colhemos conseqüências até por obedecer, imagine por desobedecer. Deus é assim. Ele criou leis que não devem ser quebradas.
Quando somos curados, passamos a ter sensibilidade à obediência. Só obedece quem tem sintomas de cura e libertação. Quem não tem sintomas de cura e de libertação, diz até sim para a obediência, mas faz o contrário, por ter um ponto de contato no passado que está sempre lhe conduzindo a lembranças que o faz resistir à obediência.

O amor a Deus - “Amarás, pois, ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todas as tuas forças. E estas palavras, que hoje te ordeno, estarão no teu coração; e as ensinarás a teus filhos, e delas falarás sentado em tua casa e andando pelo caminho, ao deitar-te e ao levantar-te.” (Dt 6:5-7)
Em João 15:12, Jesus disse que há uma ordem para nós, um mandamento que diz que devemos nos amar uns aos outros assim como o Senhor nos amou, nos ama e sempre nos amará. Essa é a Sua ordem para nós: amar vidas. Através da obediência, alcançamos o amor porque amar é uma decisão.
O amor aos inimigos - Jesus disse em Mateus 5:44-48, “Eu, porém, vos digo: Amai aos vossos inimigos, e orai pelos que vos perseguem; para que vos torneis filhos do vosso Pai que está nos céus; porque ele faz nascer o seu sol sobre maus e bons, e faz chover sobre justos e injustos. Pois, se amardes aos que vos amam, que recompensa tereis? Não fazem os publicanos também o mesmo? E, se saudardes somente os vossos irmãos, que fazeis demais? não fazem os gentios também o mesmo? Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celestial.”
Ao dizer que devemos amar os nossos inimigos, Jesus estava dizendo que, no dia em que decidíssemos amar aqueles que nos perseguem, não teríamos mais motivos para dizer que não gostamos de alguém, porque o amor de Deus vai entrar no seu coração em uma profusão tão grande que você passará a amar as vidas no sobrenatural de Deus.
Amar os inimigos é uma ordem do Reino que não deve ser quebrada. Amar uns aos outros como o Senhor nos ama e amar os que nos perseguem significa que não há benefício quando fazemos o contrário.
Pare por um instante e pense em uma pessoa que você não gosta, não simpatiza. Pensou? Então, se possível, vá até essa pessoa e faça um conserto com ela. Você só tem a ganhar agindo assim e, mais uma vez, o diabo perderá território porque o amor vence tudo.

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